Kaby Lake, a 7ª – A Nova Geração de processadores Intel

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A Intel apresentou, no passado dia 30 de Agosto, a sétima geração de processadores Core.

A famosa empresa irá colocar este ano no mercado os novos CPUs fabricados com uma arquitectura de 14 nanómetros.

A promessa é de que este processador, produzido em parceria com outras empresas, conterá os chips mais rápidos e versáteis alguma vez criados pela empresa.

A Intel apresentou os novos chips de 4.5 watt e 15 watt, dual-core e baseados na arquitectura “Kaby Lake”.
Estes estarão disponíveis em dispositivos como portáteis, computadores de secretária e tablets 2 em 1. São Processadores que iremos ver já em muitos dos novos dispositivos que vão ser revelados ao público na IFA, que acontecerá de 2 a 7 de Setembro, no Expocenter, em Berlim, Alemanha.

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Segundo as informações da Intel, a sétima geração de processadores Core potencia uma melhoria de pelo menos 12% em relação às gerações anteriores. Um ganho significativo que está também patente no consumo de energia, que é 20% menor.

Gama de 7ª Geração Intel Core

4.5 watt Y series (max 16GB RAM)

1 GHz Core m3-7Y30 (2.6 GHz turbo, 300/900 MHz Intel HD 615 graphics)
1.2 GHz Core i5-7Y54 (3.2 GHz turbo, 300/950 MHz Intel HD 615 graphics)
1.3 GHz Core i7-7Y75 (3.6 GHz turbo, 300/1050 MHz Intel HD 615 graphics)

15 watt U series (max 32GB RAM)

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2.4 GHz Core i3-7100U (300 MHz/1GHz Intel HD 620 graphics)
2.5 GHz Core i5-7200U(3.1 GHz turbo, 300/1000 MHz Intel HD 620 graphics)
2.7 GHz Core i7-7500U (3.5 GHz turbo, 300/1050 MHz Intel HD 620 graphics)

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Os chips de série U terão uma velocidade base que é cerca de duas vezes superior ao dos seus homólogos série Y, o que significa, mesmo quando não está a trabalhar em plena capacidade, estes serão igualmente mais rápidos.

Enquanto isso, os chips da série Y são de baixo consumo e serão capazes de oferecer uma maior duração da bateria nalgumas situações.

Isso ajuda a explicar a mudança na nomenclatura: A Intel e seus parceiros de hardware não querem que o utilizadores pense que os chips Core M/Y-series sejam os baratos e de menor performance face aos seus primos os processadores i/U-series. Em vez disso, a empresa simplesmente desenhou uma série para caber em espaços mais apertados em que o alto consumo de energia poderá fazer os chips aquecerem em demasia.

Pese o facto de haver constantemente uma nuvem negra sobre o mercado dos PCs, a Intel tem uma visão diferente e continua a apostar neste mercado que poderá ser reabilitado de 8 a 18 meses, deixando assim uma porta aberta para melhorar a oferta.

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