Apple e Amazon pirateadas por chip chinês do tamanho de um grão de arroz

O resumo, do resumo, de uma longa história...

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Ontem a bloomberg trouxe a público uma reportagem que está a deixar toda a comunidade tech perplexa.

Conta o artigo, publicado na quinta-feira, que a China secretamente inseriu microchips de vigilância em servidores usados por grandes empresas de tecnologia, na origem de uma operação militar extremamente complexa. Na lista estão empresas como a Amazon e Apple.

A história detalha um esforço, com anos de duração, para instalar os chips em servidores cujas placas-mãe eram montadas na China. Uma das empresas afetadas fornece servidores ao governo americano, comprometendo assim data centers do departamento de defesa, navios de guerra e as operações de drones da CIA. 

Como tudo funcionou?

1 – Uma unidade militar chinesa projetou e fabricou chips tão pequenos quanto uma ponta de lápis afiada. Alguns dos chips foram construídos para se parecerem com outros componentes.

2 – Os chips eram depois inseridos em fábricas que forneceram a Supermicro, sob chantagem do governo chinês.

3 – As placas-mãe comprometidas eram colocadas em servidores montados pela Supermicro.

4 – Os servidores sabotados entraram em data-centers operados por dezenas de empresas.

5 – Quando um servidor era instalado e ligado, o chip era capaz de alterar o núcleo do sistema operativo para aceitar quaisquer modificações. O chip podia também contactar computadores controlados pelos atacantes em busca de instruções adicionais e código.

O volume de dados recolhido pela China não é claro e ao que se sabe não foram roubadas informações dos consumidores. A publicação afirma que uma investigação altamente sigilosa do governo americano, datada de 2015 e que envolve o FBI, continua em curso.

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A reportagem menciona 17 fontes não identificadas, entre as quais pessoas informadas sobre o setor e atuais e antigos funcionários do governo dos Estados Unidos. O governo chinês, a Apple, a Amazon e as restantes empresas envolvidas contestaram a reportagem. O FBI e representantes dos serviços de inteligência americanos recusaram-se a comentar.

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